Condições para doar
A Fundação Hemominas adota como critérios básicos para avaliar quem se encontra ou não apto a doar sangue aqueles estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável pela legislação nacional de hemoterapia. Além desses, a Hemominas observa outros critérios, visando à proteção e segurança de doadores e receptores.
Nesse sentido, cabe esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre o assunto. Algumas situações, pela sua natureza mais delicada, somente podem ser discutidas com o profissional responsável pela triagem do candidato à doação. O candidato é entrevistado por um profissional de saúde, que faz algumas perguntas de caráter pessoal e íntimo. As informações prestadas são mantidas em rigoroso sigilo. A Hemominas não discrimina ninguém, mas existem doenças que podem ser transmitidas pelo sangue e que, às vezes, não podem ser totalmente evitadas com a realização dos exames laboratoriais de triagem do sangue, já que existe um período no qual as infecções nem sempre são detectadas nos exames.
Vale lembrar, também, que estas normas são submetidas à revisão periódica e sugere-se verificá-las, sempre que se desejar doar sangue.
Não vale desistir
Quem não pode doar, de imediato, pode voltar em outra oportunidade. A Hemominas conta com a solidariedade de todos.
Critérios básicos para doação de sangue
Quem pode doar
- Pessoas entre 16 e 67 anos. Mas, atenção: se o candidato à doação de sangue tem entre 16 e 17 anos ou mais de 60 anos, é importante conhecer as Normas e documentos necessários para doação de sangue. Os demais critérios são válidos para todos.
- Quem tem e está com boa saúde;
- Quem pesa acima de 50 kg;
- Quem dorme bem na noite anterior à doação;
- Mulheres, mesmo se menstruadas ou em uso de anticoncepcionais.
Quem não pode doar
- Quem teve hepatite após os 11 anos de idade, exceto se tiver comprovação laboratorial da época de que se tratou de hepatite A (IgM positiva).
- Quem tem exposição a situações de risco acrescido para doenças sexualmente transmissíveis;
- Quem teve gripe, resfriado ou diarreia nos sete dias anteriores à doação;
- Quem ingeriu bebida alcoólica nas últimas 12 horas anteriores á doação;
- Quem usou ou usa drogas injetáveis;
- Quem apresenta ferimento ainda não cicatrizado;
- Quem estiver grávida ou em período de amamentação; após o parto normal é necessário aguardar três (3) meses; após cesárea, seis (6) meses;
- Quem fez qualquer exame por endoscopia nos seis (6) meses anteriores à doação;
- Quem fez cirurgia por laparoscopia nos seis (6) meses anteriores à doação;
- Quem fez tatuagem nos últimos 12 meses anteriores à doação.
- Quem fez ou faz tratamento dentário (a pessoa pode ser impedida de doar por um período de 1 a 30 dias, conforme o caso).
- Quem fez piercing nos últimos 12 meses anteriores à doação. Piercing localizado em área genital ou na boca, somente poderá ser liberada a doação, 12 meses após sua retirada.
Informe-se sobre o Atestado de Doação
Atenção
Se alguém recorre aos serviços da Hemominas exclusivamente para fazer exames, não deve doar sangue. Procure o CTA – Centro de Testagem e Aconselhamento de sua cidade, através da Prefeitura ou Secretaria Municipal de Saúde. Em Belo Horizonte, o telefone do CTA é (31)3277-5757.
Acesse abaixo conteúdos ampliados sobre a doação de sangue:
Idade
Documentos
Para doar sangue é necessário apresentar um documento original e oficial de identidade que contenha foto, filiação e assinatura: Carteira de Identidade, carteiras de Conselhos de Classe reconhecidos oficialmente, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, Carteira Nacional de Habilitação.
Peso
A doação de sangue é realizada considerando-se um volume máximo por quilo de peso. Para mulheres, o volume máximo é de 8ml /kg e, para os homens, 9ml/kg. A coleta é também proporcional ao volume de anticoagulante em cada bolsa de coleta, razão que limita a coleta de volumes menores de sangue. Assim, na Fundação Hemominas coletam-se bolsas de sangue de acordo com as seguintes condições:
- Homens: 450ml
- Mulheres até 54,9kg: 410ml
- Mulheres com 55 kg ou mais: 450ml
- O peso será verificado no momento da doação e será descontado 1 kg referente ao peso da roupa.
Estado geral
O candidato à doação deve comparecer em condições plenas de saúde. Assim, se estiver apresentando qualquer sintoma, mesmo que leve, deverá aguardar a melhora para então procurar uma unidade de coleta. Lembrando que a doação é um gesto que permite salvar vidas, mas que não deve e não pode prejudicar a saúde do doador.
Nutrição
O candidato a doador deve se encontrar em boas condições nutricionais, a fim de que seu organismo possa responder adequada e prontamente à doação de sangue. O sangue doado é rapidamente reposto, a partir das reservas de líquido, vitaminas e minerais do corpo. Por isso, caso haja algum déficit proteico-calórico ou vitamínico, deve-se aguardar a normalização do estado nutricional para doar sangue. Caso se observe uma perda rápida de peso acima de 10% do peso inicial, é preciso aguardar três meses após a estabilização para a doação de sangue, mesmo que não se tenha utilizado medicamentos. Se houver perda de peso, sem que a pessoa tenha se submetido a dietas ou condicionamento físico, recomenda-se procurar o médico para averiguar o motivo.
Temperatura
O doador deve estar sem febre. A temperatura será aferida no momento da triagem e não poderá exceder 37° C.
Frequência cardíaca / pulso
Serão avaliados pelo médico. Devem ser regulares e estar entre 50 e 100 batimentos / pulsação por minuto. Fora destes limites, apenas a critério médico.
Pressão arterial
Será aferida no momento da doação. A pressão sistólica (máxima) não poderá exceder 180mmHg ou estar abaixo de 90mmHg; a pressão diastólica (mínima) não poderá exceder 100mmHg ou estar abaixo de 60mmHg. É oportuno lembrar que a pressão arterial pode modificar-se rapidamente em resposta a exercícios físicos e ansiedade. Assim, não fazer esforço vigoroso antes de doar e permanecer tranquilo antes e durante a entrevista evitará que a doação não se efetive devido a uma alteração aguda da pressão arterial.
Candidato portador de hipertensão arterial
Essas pessoas somente poderão doar sangue na Fundação Hemominas se estiverem em uso de uma única classe de medicamento que não contraindique por si só a doação (excluindo também medicamentos com associações em suas fórmulas), apresentando níveis pressóricos controlados e sem lesões em órgãos alvo (por exemplo, coração, rins, olhos). Para avaliar tais condições, será necessário, portanto, que o candidato à doação apresente relatório do seu médico assistente comprovando o controle clínico adequado. No dia da doação, a pressão arterial será aferida e a doação apenas será realizada se a máxima estiver abaixo de 140mmHg e a mínima abaixo de 90 mmHg.
Repouso
O candidato deve ter dormido, pelo menos, quatro horas. Idealmente, deve ter dormido dentro do seu habitual, sentindo-se descansado no momento da doação.
Sintomas comuns
- Febre (pico isolado) sem outros sintomas associados: aguardar sete dias após a melhora do sintoma;
- Febre persistente de origem indeterminada: aguardar diagnóstico ou, no mínimo, três meses sem febre;
- Diarreia sem necessidade de uso de antibióticos: aguardar sete dias após a melhora dos sintomas;
- Gripe ou resfriado: aguardar sete dias após a melhora dos sintomas. Se associada à temperatura corporal igual ou superior a 38°C, aguardar 14 dias após a melhora dos sintomas
Intervalo entre doações
Mulheres
Podem doar sangue com um intervalo de 90 dias entre uma doação de sangue total e outra, até no máximo três vezes em um período de 12 meses
Homens
Podem doar sangue com um intervalo de 60 dias entre uma doação de sangue total e outra, até no máximo quatro vezes por ano.
Pessoas com mais de 60 anos
Somente poderão doar caso já tenham realizado uma doação antes dos 60 anos, independente do sexo, e devem respeitar o intervalo mínimo de seis meses entre as doações. Outras condições que também poderão impedir a doação serão avaliadas na triagem antes da doação.
Através de um processo especial denominado aférese, pode-se doar somente uma parte do sangue. Nos Hemocentros de Belo Horizonte, Uberaba e Juiz de Fora, a aférese é utilizada para a doação de plaquetas. O método é simples e seguro e permite coletar até oito (8) unidades de plaquetas de um único doador. Esse tipo de doação beneficia os pacientes que estão com algum problema no processo de coagulação sanguínea, especialmente aqueles com leucemia ou que estão sendo submetidos à quimioterapia.
Na Fundação Hemominas, a coleta de plaquetas por aférese é realizada apenas por doadores Rh positivos. Além das condições exigidas para a doação de sangue total, é necessário observar alguns outros critérios:
- o uso de medicamentos anti-inflamatórios impede a doação por cinco dias;
- o uso de medicamentos para controlar a pressão arterial da classe inibidores da ECA (enzima conversora da angiotencina) impede a doação enquanto em tratamento;
- portadores de traço falciforme não podem doar;
- mulheres que tenham tido três (3) ou mais gestações não podem doar;
- é necessário que o candidato tenha realizado uma doação (sangue ou plaqueta), em qualquer unidade da Hemominas, há menos de um ano.
A doação de plaquetas pode ser realizada até 12 vezes ao ano, tanto por homens como por mulheres. O intervalo mínimo entre uma e outra é de 30 dias. Após uma doação de sangue total, é necessário aguardar 60 dias para doar plaquetas; entretanto, 15 dias após doar plaquetas, o doador já pode candidatar-se a uma doação de sangue total.
A plaquetaférese demora, em média, 1 hora e 40 minutos. O tempo é maior que a doação normal de sangue porque o sangue é processado em um equipamento, retirando as plaquetas e retornando os demais componentes do sangue para o doador. O sangue circula em um circuito fechado e descartável, não havendo possibilidade de contaminação.
Este tipo de doação deverá ser agendado previamente. O agendamento é feito de acordo com a necessidade dos pacientes.
Informe-se em uma das unidades da Fundação Hemominas.
Para doar sangue o candidato não poderá estar em jejum. Se for doar pela manhã, fazer uma refeição leve, sem gorduras, como café, bolo, pão, cereais e frutas, por exemplo. Após almoço, jantar ou refeições com conteúdo mais gorduroso deve-se aguardar três horas para efetuar a doação. Após refeições gordurosas ou copiosas será necessário aguardar quatro horas. Refeições com elevado índice de gordura, como a feijoada, podem interferir na execução dos exames; assim, sugerimos que nesta situação a doação seja realizada no dia seguinte. Lembre-se de ingerir líquidos em maior quantidade antes e depois de realizar a doação.
O candidato aprovado na triagem clínica para doação será submetido, também, a um exame prévio para identificação de anemia. A Fundação Hemominas utiliza o micro-hematócrito como método de triagem. Os valores mínimos e máximos do micro-hematócrito para liberação da doação são os seguintes:
- Homens: maior que ou igual a 39% e menor que 54%
- Mulheres: maior que ou igual a 38% e menor que 54%
Pessoas portadoras de anemia hereditária (transmitida de pais para filhos) não podem doar sangue. Anemias carenciais (por deficiência alimentar ou perda excessiva de ferro) impedem a doação por um prazo de seis meses, após a normalização dos exames e término do tratamento.
Portadores do traço falciforme (presença de hemoglobina S associada à hemoglobina A no exame de eletroforese de hemoglobina, característico de familiares de pacientes portadores de anemia falciforme ou drepanocitose) podem doar sangue normalmente. Na Fundação Hemominas todo o sangue doado é avaliado para a presença de hemoglobina S e quando é detectada sua presença, o sangue é rotulado a fim de que seja utilizado apenas em pacientes que não possuam contraindicação para recebê-lo. Os portadores de traço falciforme não devem doar plaquetas através do método de aférese.
Analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios
O uso de analgésicos comuns não impede a doação; entretanto, o triagista avaliará o sintoma e/ou sinal que motivaram a sua utilização, o que poderá, por si, impedir a doação. Assim, sugere-se que se faça a doação em dias em que não se utilizar medicamentos.
O uso de antitérmicos impede a doação em virtude da febre que motivou a sua utilização. As doenças febris apresentam, cada uma, um período específico para liberação da doação. Deve-se consultar as informações a respeito das doenças infecciosas e reumáticas para esclarecimentos. Febre de origem não determinada e de curta duração exige o prazo de sete dias para que se possa doar sangue.
Anti-inflamatórios contraindicam a preparação de plaquetas por cinco dias e seu uso deve ser informado. A doação exclusivamente de plaquetas está contraindicada nesse período.
Medicamentos anti-inflamatórios: Ácido Acetilsalicílico (AAS, Aspirina, Melhoral, Sonrisal, Alka Seltzer, Engov), Diclofenacos (Voltaren, Cataflan, Deltaren,Tanderil), Meloxicam (Meloxil, Movatec), Piroxicam (Feldene), Fenilbutazona (Butazolidina, Butazil, Reumazine) e similares.
Anorexígenos
Aguardar sete (7) dias após a suspensão do medicamento.
Antiparasitários
Medicamentos para tratamentos de parasitas intestinais (vermes) comuns não impedem a doação. Algumas doenças que podem acometer outros órgãos além do intestino, como, por exemplo, a esquistossomose; apresentam um prazo de inaptidão variável. Verifique as condições nas informações a respeito das doenças infecciosas.
Anti-hipertensivos
Portadores de hipertensão arterial somente podem doar sangue na Hemominas se estiverem um uso de uma única classe de medicamento que não contraindique por si a doação (excluindo também medicamentos com associações em suas fórmulas), estando com os níveis pressóricos controlados e sem lesões em órgãos alvo (p.ex. coração, rins, olhos). Para avaliar estas condições será necessário, portanto, que o candidato à doação apresente relatório do seu médico assistente comprovando o controle clínico adequado. No dia da doação, a pressão arterial será aferida e a doação somente poderá ser realizada se a máxima estiver abaixo de 140mmHg e a mínima abaixo de 90 mmHg.
As classes de anti-hipertensivos que não impedem a doação são as seguintes:
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Diuréticos
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Não há contraindicação. É necessária hidratação oral prévia mais vigorosa
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Inibidores de enzima conversora de angiotensina: Captopril Enalapril ou similares
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Não há contraindicação
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Antagonistas de angiotensina II: Losartan
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Bloqueadores de canais de cálcio: Nifedipina,
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É contraindicada a suspensão de medicamentos para a realização de doação de sangue.
Assim, o uso das seguintes drogas impede a doação de sangue na Fundação Hemominas, exceto se utilizadas em outras situações que não o controle de hipertensão arterial.
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Ação central: Metildopa, Clonidina, Reserpina
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48 horas após a suspensão do medicamento, pelo médico assistente e avaliado caso a caso.
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-bloqueadores: Propranolol, Atenolol, Oxpernolol ou similares
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Bloqueadores alfa-adrenérgicos: Prazosina (Prazozin, Minipress SR), Minoxidil (Loniten).
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Vasodilatadores: Hidralazina
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Anticoncepcionais/ hormônios de reposição feminina
Não impedem a doação.
Indução da ovulação
Impede a doação por três meses após o término do tratamento.
Antibióticos
Impedem a doação pelo prazo mínimo de sete dias e de acordo com a vida média da droga. Em algumas situações, em virtude da gravidade da doença de base, a liberação para nova doação poderá ocorrer em um prazo superior. Deve-se verificar as informações a respeito das doenças infecciosas para esclarecimento. O tempo de inaptidão será o maior especificado para cada situação.
Corticoides
- Sistêmicos (comprimidos, xaropes, supositórios ou injetáveis): no mínimo 48 horas após a suspensão. Será avaliada também a doença que motivou seu uso. O tempo de inaptidão será o maior especificado para cada situação.
- Tópicos (cremes ou pomadas): não contraindicam a doação. Será avaliada também a doença que motivou seu uso e esta poderá, por si, impedi-la.
Medicamentos teratogênicos
Impedem a doação durante o tempo de eliminação pelo organismo. Alguns destes medicamentos requerem um prazo bastante longo em virtude de apresentarem acúmulo no organismo. Veja o tempo de inaptidão na tabela a seguir.
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Isotretinoína (Roacutan) (tratamento de acne)
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1 mês de inaptidão após a última dose
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Finasterida (Proscar) (tratamento de hiperplasia prostática benigna) e alopécia androgênica
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1 mês após a interrupção do medicamento
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Acitretina (Neotigason), Etretionato (usados em psoríase)
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Apto após três (3) anos do término do tratamento.
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Medicamentos alergênicos
Medicamentos que se caracterizam por provocar reações alérgicas ou anafiláticas impedem a doação pelo tempo de eliminação do organismo, pois alguns estudiosos acreditam que possam causar reações nos receptores.
Anticonvulsivantes
Inaptidão enquanto estiver em uso. Ver também epilepsia.
Homeopáticos
Impedem a doação por 24 horas. Será avaliado o motivo da sua utilização que, por si, poderá impedir a doação por um prazo maior.
Fitoterápicos (plantas medicinais)
Impedem a doação por 24 horas. Será avaliado o motivo da sua utilização que, por si, poderá impedir a doação por um prazo maior.
Medicamentos de ação no sistema nervoso central
Candidatos que façam uso crônico de medicamentos com ação no sistema nervoso central devem solicitar ao seu médico relatório informando sua condição clínica atual e liberação para doação de sangue. Não se recomenda a suspensão do uso de medicamentos com o fim de doar sangue.
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Ansiolíticos e soníferos
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Se a dose for elevada (três ou mais comprimidos por dia), contraindica a doação.
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Antidepressivos
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Da classe tricíclicos, impedem a doação por 30 dias após a suspensão do medicamento pelo médico assistente. As demais classes não impedem a doação, mas a condição clínica do candidato poderá impedir.
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Antipsicóticos: Haloperidol (Haldol), Clorpromazina (Amplictil)
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Impede a doação por sete dias após o uso. Entretanto, a condição clínica que gerou a necessidade de seu uso poderá impedir a doação, em alguns casos definitivamente.
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A menstruação por si não impede a doação. Se a pessoa costuma apresentar cólicas intensas, necessitando uso de medicamentos, aconselha-se doar sangue em um dia em que não se esteja com dor. Não se deve doar se a menstruação estiver atrasada ou houver dúvida quanto a uma possível gravidez. A gravidez impede a doação, pois é um período em que o organismo necessita das reservas de vitaminas e minerais para um bom desenvolvimento do feto e que são utilizadas em caso de doação de sangue.
Após um aborto ou parto normal, é necessário aguardar três meses para doar sangue. A cesariana impede a doação por seis meses.
A amamentação impede a doação até que a criança complete um ano.
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Abscesso dentário
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Apto 30 dias após a cura.
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Ajuste de aparelho ortodôntico
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Sem sangramento: 24h, com sangramento: 72h
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extração dentária
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sete dias após término do tratamento
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Gengivite
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Sete dias após término do tratamento
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Implante dentário
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Apto após 30 dias e assintomático.
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Limpeza dentária
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Aguardar 72h
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Obturação
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Sem anestesia e sem sangramento: 24h, com anestesia ou sangramento: 72h.
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Tratamento de canal
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Apto sete dias após última manipulação, não sendo necessário aguardar final do tratamento.
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Tratamento dentário com anestesia geral
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Apto 30 dias após término do tratamento
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O uso de bebida alcoólica impede a doação por 12 horas, se não houver sintomas relacionados à sua ingestão. Neste caso, é necessário aguardar a normalização para doar o sangue.
Pessoas que fazem uso de bebida alcoólica diariamente, em uma quantidade maior, não devem doar sangue antes da suspensão do hábito por, pelo menos, seis meses e avaliação por um especialista. Esta restrição ocorre porque o uso frequente de bebidas alcoólicas pode afetar o fígado. O fígado doente pode não conseguir produzir adequadamente os fatores de coagulação. Na doação de sangue, a bolsa é fracionada em, pelo menos, três componentes, dentre os quais o plasma fresco congelado (PFC). O PFC é utilizado para repor fatores de coagulação em pessoas que estejam apresentando sangramento anormal. Assim, se o plasma de uma pessoa com doença hepática (doença do fígado) for utilizado, a transfusão pode não funcionar. Além disso, se o doador não estiver produzindo quantidades adequadas de fatores de coagulação, ele também poderá apresentar um sangramento anormal no local da doação, favorecendo ocorrência de hematomas.
História atual ou pregressa de uso de drogas injetáveis ilícitas (ilegais) é contraindicação definitiva para a doação de sangue, pois é relacionado à aquisição de doenças infecciosas.
O uso de cocaína por via nasal (inalação, cheirar) é causa de exclusão da doação por um período de 12 meses, contados a partir da data da última utilização; em virtude da possibilidade de transmissão de agentes infecciosos também por esta via.
O uso de outras drogas será avaliado pelo triagista durante a consulta.
A realização de tatuagem ou de maquiagem definitiva impede a doação de sangue por 12 meses. Este procedimento é relacionado a um risco maior de transmissão de alguns agentes infecciosos.
A realização de acupuntura por profissionais autorizados (clínicas e profissionais com autorização da Vigilância Sanitária), em condições de antissepsia (adotando normas de procedimentos para redução da ocorrência de infecções), impede a doação por 72h se não houver sinais inflamatórios locais. Quando realizado por profissionais não autorizados ou sem condição da avaliação da antissepsia, impede a doação por 12 meses.
Piercing (aros metálicos aplicados ao corpo): em condições de antissepsia adequadas aguardar seis (6) meses, e 12 meses quando não for possível avaliar. Quando localizado em área genital ou na boca, somente poderá ser liberada a doação, 12 meses após sua retirada. Este impedimento decorre do risco de transmissão de agentes infecciosos relacionado a estes procedimentos.
A realização de exames endoscópicos (através da utilização de tubos flexíveis para avaliação de cavidades do corpo humano) e de laparoscopias impede a doação por seis (6) meses.
Algumas cirurgias impedem a doação de sangue em virtude da perda sanguínea a que o paciente foi submetido; outras, pela doença que gerou a necessidade da cirurgia. A inaptidão é relacionada também à extensão da cirurgia. Abaixo, algumas cirurgias mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Amigdalectomia
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Apto após três meses.
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Anestesia geral
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Apto após 30 dias considerando-se apenas o procedimento anestésico. Este tempo pode se prolongar dependendo do tipo de cirurgia realizada.
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Apendicectomia
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Apto após três meses.
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Artrodese de coluna
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Apto após seis meses.
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Artroscopia
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Apto após um ano.
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Cateterismo cardíaco
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Apto após 30 dias.
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Cintilografia
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Apto após sete dias.
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Cirurgias vasculares complexas (excetuando-se varizes e traumas vasculares periféricos)
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Inaptidão definitiva.
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Cirurgias adenoma prostático
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Apto após três meses.
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Cirurgias cardíacas
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Inaptidão definitiva.
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Cirurgias de hipófise
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Inaptidão definitiva.
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Cirurgias de paratireoide
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Apto após seis meses.
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Cirurgias de suprarrenal: feocromocitoma
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Inaptidão definitiva.
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Cirurgias de tireoide
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Apto após seis meses.
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Cirurgias dermatológicas de pequeno porte
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Apto após cicatrização.
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Cirurgias endoscópicas
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Apto após um ano.
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Cirurgias ginecológicas de grande porte
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Apto após seis meses.
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Cirurgias ginecológicas de pequeno porte
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Apto após três meses após alta.
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Cirurgias malformação renal
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Sem sequelas funcionais: apto após seis meses.
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Cirurgias oftalmológicas com acesso ao snc
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Apto após três meses, sem sequelas.
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Cirurgias oftalmológicas de pequeno porte (pterígio, catarata, miopia, laser)
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Apto após alta definitiva; em caso de não realização de controle pós-cirúrgico, aguardar 30 dias..
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Cirurgias ortopédicas
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Apto após seis meses.
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Cirurgias patológicas benignas da mama
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Apto após seis meses.
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Cirurgias plásticas sob bloqueio raquimedular ou peridural ou anestesia geral
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Apto após seis meses.
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Cirurgias plástica sob anestesia local
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Apto após três meses.
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Cirurgias urológicas de pequeno porte (vasectomia, fimose, hipo e epispádia)
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Apto 30 dias após alta.
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Cirurgias varizes de mmii
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Apto após três meses.
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Colecistectomia
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Apto após seis meses.
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Colectomia
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Apto após 1 ano.
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Curetagem
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Apto após seis semanas, se pós-aborto; demais causas, até a cura.
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Diu (dispositivo intrauterino)
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Apto
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Enterectomia
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Inaptidão definitiva.
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Enxertos heterólogos de tecidos
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Apto após um ano.
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Esclerose de varizes de mmii
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Apto três dias após procedimento.
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Esplenectomia
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Inaptidão definitiva.
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Esplenectomia pós-traumática
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Apto após um ano.
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Exames com contrastes aéreos
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Apto após 30 dias.
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Exames com contrastes baritado
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Apto.
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Exames com contrastes iodado
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Apto após 30 dias.
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Extração cálculos
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Apto após três meses.
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Gastrectomia total e subtotal (incluindo cirurgia bariátrica e colocação do anel)
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Inaptidão definitiva.
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Hemorroidectomia
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Apto após três meses.
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Hepatectomia pós-trauma, doação, malformação
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Apto após um ano.
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Hernioplastia
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Apto após três meses.
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Infiltração articular
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Apto após 15 dias.
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Laminectomia
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Apto após seis meses.
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Laparoscopia
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Apto após seis meses.
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Laparotomia branca
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Apto após três meses.
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Lipoaspiração
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Apto após seis meses.
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Litotripsia (a laser)
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Apto após 30 dias.
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Lobectomia
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Inaptidão definitiva.
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Mielografia
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Apto após 30 dias.
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Nefrectomia por patologias que não malformação renal
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Inaptidão definitiva.
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Nefrectomia pós-trauma, doacao, malformação
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Apto após seis meses.
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Parto cesariana
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Apto após seis meses.
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Parto normal
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Apto após 12 semanas.
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Pleurostomia
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Apto após três meses.
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Pneumectomia
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Inaptidão definitiva.
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Procedimentos com radioisótopos
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Apto após sete dias.
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Punção articular
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Apto após 15 dias.
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Punção nódulo mamário
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Aguardar resultado. Avaliar ocorrência de infecção secundária.
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Ressecção de aneurisma
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Inaptidão definitiva.
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Ressecção de varizes
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Apto após três meses.
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Simpatectomia
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Apto após um ano.
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Tireoidectomia, cirurgias de tireóide
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Apto após seis meses.
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Toracocentese
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Apto após seis meses.
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Transplante de córnea
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Inaptidão definitiva.
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Transplante de duramater
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Inaptidão definitiva.
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Transplante de órgãos alo e xeno
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Apto após um ano.
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Traumas vasculares periféricos
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Apto após 30 dias.
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Vagotomia super-seletiva
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Apto após seis meses.
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Algumas vacinas são produzidas com microorganismos vivos atenuados (enfraquecidos) que não causam doença em pessoas sadias. Em algumas situações em que a pessoa encontra-se debilitada como, por exemplo, quando está em uso de grandes doses de corticoides, em quimioterapia ou com doenças graves como o câncer, a vacina pode levar à ocorrência da doença. Estas vacinas geram um período de inaptidão maior, com o objetivo de que a resposta imunológica do receptor já tenha eliminado o microorganismo por ocasião da doação.
As vacinas produzidas a partir de microorganismos mortos também impedem a doação, porém, por períodos menores; em virtude da possibilidade de ocorrência de reações adversas nos dias subsequentes à sua administração e de reações cruzadas nos exames sorológicos realizados no sangue doado.
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Vacina
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Tempo de Inaptidão
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Vacinas de Vírus ou Bactérias Vivos e Atenuados
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Pólio Oral (Sabin)
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Quatro semanas
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Febre Tifoide Oral
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Caxumba (Parotidite)
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Febre amarela
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Sarampo
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BCG
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Rubéola
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Quatro semanas
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Varicela (Catapora)
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Varíola
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Vacinas de Vírus ou Bactérias Mortos, Toxoides ou Recombinantes
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Cólera
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48 horas
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Pólio (Salk)
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Difteria
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Tétano
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Febre Tifoide (Injetável)
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Meningite
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Coqueluche
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Hepatite A
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Peste
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Pneumococo
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Leptospirose
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Brucelose
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Hemophillus influenzae
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Hepatite B recombinante
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HPV
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Influenza (gripe)
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48 horas
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Outras Vacinas
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Soro Antitetânico
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Quatro semanas
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Antirrábica profilática
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Antirrábica após exposição animal
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Um ano
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Hepatite B (derivada de plasma)
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Imunoterapia Passiva
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Câncer
Em qualquer parte do corpo, impede a doação de sangue em definitivo; exceto se for carcinoma “in situ” do colo do útero ou carcinoma basocelular (tipo de tumor de pele).
Da pele
O triagista irá avaliar a localização e extensão das lesões, além da causa. Algumas doenças podem impedir a doação pelo risco de contaminação do sangue no momento da coleta; outras, por apresentarem uma reação sistêmica. A seguir, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças dermatológicas poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Abscessos
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Apto 15 dias após término do tratamento.
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Acne comum
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Apto.
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Acne rosácea
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Apto 30 dias após término do tratamento.
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Cisto pilonidal
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Inapto por 15 dias
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Eczema alérgico intenso ou grave
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Apto seis meses após a cura.
Eczemas alérgicos leves: apto sete dias após o término das manifestações clínicas ou do tratamento.
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Erisipela
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Apto após 14 dias do término do tratamento.
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Eritema nodoso infeccioso
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Apto após três meses da cura.
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Eritema nodoso não infeccioso
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Se não houver contraindicação definitiva pela doença de base (p.ex.: Crohn, sarcoidose), apto após seis meses.
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Eritema polimorfo (associado à reação medicamentosa)
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Apto seis meses após a cura
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Eritrodermias
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Apto seis meses após a cura.
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Gangrena
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Inapto, pelo menos, seis meses após término do tratamento, de acordo com a doença de base.
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Lesões de pele no local da punção venosa
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Inapto até cura.
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Líquen plano
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Apto seis meses após a cura.
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Micoses
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Apto desde que não haja acometimento no local de punção.
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Pênfigo
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Inaptidão definitiva.
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Psoríase
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Pequeno comprometimento estritamente cutâneo, local de venopunção sem lesões, sem uso de medicamentos: Apto.
Manifestação sistêmica, como hemangioma, extensa ou em uso de medicamentos: inaptidão definitiva.
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Ptiríase rósea
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Apto.
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Ptiríase versicolor
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Apto, desde que não haja acometimento no local de punção.
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Radiodermatite
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Inaptidão de acordo com a doença de base
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Úlcera arterial
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Inaptidão definitiva.
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Verruga comum
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Apto.
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Vitiligo
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Apto.
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Do aparelho digestivo (esôfago, estômago, intestinos, fígado)
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças gastrointestinais poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Cirrose hepática
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Inaptidão definitiva.
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Colite pseudomembranosa
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Aguardar 30 dias após término do tratamento.
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Colite ulcerativa
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Inapto definitivo
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Diarreia aguda inespecífica
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Avaliação de acordo com a etiologia e condição clínica do candidato. Apto sete dias após a cura, sem repercussão clínica.
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Diarreia aguda
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Diarreia de provável origem viral: apto após sete dias. Provável origem bacteriana: Apto após 15 dias. Gastroenterite: ver item correspondente.
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Diarreia crônica
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De acordo com etiologia
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Diarreia persistente
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De acordo com etiologia
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Divertículos
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Assintomático: apto. Crise aguda sem internação: 30 dias após término do tratamento. Com internação: 3 meses após término do tratamento.
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Doença de Crohn
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Inaptidão definitiva.
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Esofagite crônica
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Tratamento inicial: aguardar 30 dias. Tratamento de manutenção e assintomático: apto.
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Estenose esofagiana
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Inapto definitivo.
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Gastrite aguda
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Se não houve hemorragia e/ou realização de endoscopia, aguardar 15 dias. Caso contrário, será considerado tempo de inaptidão relativo à endoscopia.
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Gastrite crônica
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Liberação de acordo com etiologia. Se inespecífica: considerado tempo de inaptidão relativo à endoscopia.
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Gastroenterite aguda
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Aguardar 15 dias após cura.
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Hepatite medicamentosa
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Apto seis meses após a cura. Será avaliada também a realização de procedimentos endoscópicos e cirúrgicos
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Hérnia hiatal
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Na ausência de esofagite não há contraindicação.
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Hipertensão porta
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Inapto definitivo
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Icterícia de etiologia desconhecida
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Inapto definitivo
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Infarto mesentérico
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Inaptidão definitiva.
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Litíase biliar
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Apto 30 dias após última crise de cólica biliar.
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Pancreatite aguda, inclusive medicamentosa
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Apto seis meses após recuperação. Será avaliada também a realização de procedimentos endoscópicos e cirúrgicos.
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Pancreatite crônica
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Inaptidão definitiva.
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Pólipos intestinais
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Será avaliada realização de colonoscopia.
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Retocolite ulcerativa
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Inaptidão definitiva.
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síndrome de Gilbert
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Assintomático, apto. Sintomático: aguardar 15 dias.
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Trombose da veia porta
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Inaptidão definitiva.
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Úlcera gástrica e duodenal
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Apto após 12 meses
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Do sistema nervoso
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças neurológicas poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Acidente vascular cerebral
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Inaptidão definitiva.
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Aneurismas intracranianos
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Inaptidão definitiva.
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Convulsão febril, metabólica ou pós-trauma
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Apto após dois anos sem sintomas ou sem medicamentos.
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Convulsão por epilepsia
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Inaptidão definitiva.
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Depressão
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Verificar o item sobre uso de medicamentos. A doença deverá estar controlada.
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Derivação ventriculoperitoneal
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Sem sequela e sem história de infecção recorrente:apto.
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Doença de Alzheimer
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Inaptidão definitiva
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Doença de Guillain-Barret
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Inaptidão definitiva.
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Doença de Parkinson
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Inaptidão definitiva.
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Doenças que gerem imputabilidade jurídica
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Inaptidão definitiva.
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Enxaqueca
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Apto se assintomático e sem uso de medicamentos.
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Epilepsia
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I
Apto após três (3) anos da suspensão do tratamento e sem relato de crises convulsivas.
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Esclerose em placa
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Inaptidão definitiva.
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Esclerose lateral amiotrófica
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Inaptidão definitiva.
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Esquizofrenia
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Inaptidão definitiva.
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Hematoma sub e extradural
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Apto após um ano sem sequela e inaptidão definitiva se com sequelas.
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Labirintite
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Apto 30 dias após crise e sem uso de medicamentos.
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Leucoencefalites progressivas
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Inaptidão definitiva.
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Lipotímias
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Se sucessivas ou hipotensão prolongada: inapto até esclarecimento.
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Meningite
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Ver doenças infecciosas.
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Miastenia gravis
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Inaptidão definitiva.
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Neurofibromatose
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Forma maior: inaptidão definitiva. Forma menor: apto, desde que não acometa a área de punção.
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Nistagmo/outros movimentos irregulares do olho
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Avaliar doença de base para definição do tempo de inaptidão
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Paralisia cerebral
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Inaptidão definitiva.
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Paralisia de bell
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Apto.
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Psicoses
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Inaptidão definitiva.
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Traumatismo craniano
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Apto após um seguir ano sem sequela e inaptidão definitiva se com sequelas.
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Do aparelho urinário (rins, bexiga)
A seguir, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças do aparelho urinário poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Aborto
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Aguardar 12 semanas.
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Amamentação
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Inapto até suspensão ou 12 meses após parto.
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Atraso menstrual
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Mulheres em idade fértil devem aguardar ocorrência da menstruação ou comparecer após terem consultado médico e definido diagnóstico. Algumas doenças que causam alteração do ciclo menstrual podem também impedir a doação.
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Candidíase
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Inapto até sete dias após término do tratamento.
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Cistite
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Apto 15 dias após cura sem sintomas.
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Cistos renais isolados
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Apto.
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Clamídia
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Apto após sete dias do tratamento
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Climatério independente de reposição hormonal
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Apto
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Cólica nefrética
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Apto após 30 dias do término do tratamento.
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Doenças renais crônicas
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Inaptidão definitiva.
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DST (doenças sexualmente transmissíveis)
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Apto após um ano do tratamento.
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Endometriose
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Apto
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Glomerulonefrite aguda
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Apto após 30 dias do término do tratamento, sem sequelas.
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Gonococcia
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Apto após um ano do tratamento.
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Gravidez
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Inaptidão temporária. Prazo de liberação de acordo com desfecho.
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Herpes simples genital
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Se a primeira vez que apresenta sintomas, aguardar 12 meses; se for recidiva, apto após cura das lesões.
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HPV
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Apto após cura das lesões.
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Insuficiência renal crônica
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Inaptidão definitiva.
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Litíase renal
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Apto se assintomático e sem uso de medicamentos.
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Malformação renal
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Apto, se não houver alteração funcional.
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Menstruação
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Apto
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Nódulo mamário não especificado
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Avaliação caso a caso para definição do tempo de inaptidão.
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Pielonefrite
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Apto seis meses após a cura sem sequelas.
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Punção nódulo mamário
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Aguardar resultado. Se houver infecção secundária, deverá aguardar 15 dias após a cura.
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Rins policísticos
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Inaptidão definitiva.
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Síndrome nefrítica aguda
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Será avaliada a doença de base para definição do tempo de inaptidão.
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Síndrome nefrítica crônica
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Inaptidão definitiva
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Síndrome nefrótica
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Inaptidão definitiva
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Vaginites
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Apto após sete dias do tratamento
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Uretrites
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Apto 30 dias após a cura, exceto se de origem gonocócica.
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Uropatia obstrutiva e por refluxo
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Será avaliada doença de base para definição do tempo de inaptidão.
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Salpingites
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Apto após três meses, exceto se de origem gonocócica.
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Do pulmão, brônquios e traqueia (aparelho respiratório)
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças do aparelho respiratório poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Abscesso pulmonar
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Apto após 1 ano da cura.
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Asma grave
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Inaptidão definitiva.
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Asma leve (menos de 1 crise/trimestre controlada com inalatórios)
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Apto uma semana após a crise e sem uso de medicamentos.
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Bronquite aguda
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Apto 15 dias após cura.
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Corpulmonale
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Inaptidão definitiva.
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Doença pulmonar obstrutiva crônica
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Inaptidão definitiva.
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Fibrose pulmonar idiopática
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Inaptidão definitiva.
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Gripe a (H1N1) ou gripe suína
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Ver item sobre infecções.
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Hipertensão pulmonar
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Inaptidão definitiva.
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Micose pulmonar
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Inaptidão definitiva.
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Otite aguda ou crônica
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Apto 15 dias após cura.
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Pleurite (exceto se tuberculose)
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Apto seis meses apos tratamento.
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Pneumoconioses
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Inaptidão definitiva.
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Pneumonia intersticial
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Inaptidão definitiva.
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Pneumonia por hipersensibilidade (alérgica)
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Inaptidão definitiva.
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Pneumonia tratamento ambulatorial
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Apto três meses após cura.
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Pneumonia tratamento hospitalar
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Sem drenagem: apto após três meses. Com drenagem: apto após 6 meses.
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Pneumonite por drogas (amiodarona, nitrofurantoína, etc)
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Inaptidão definitiva.
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Pneumotórax espontâneo
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Apto após três meses.
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Sinusite aguda ou crônica
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Apto 15 dias após cura.
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Status asmaticus
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Inaptidão definitiva.
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Trauma torácico (contusão pulmonar, hemotórax)
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Apto após seis meses.
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Tromboembolismo pulmonar
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Inaptidão definitiva.
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Tuberculose miliar
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Inaptidão definitiva.
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Tuberculose pulmonar
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Apto após cinco anos do término do tratamento sem sequelas.
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Infecções
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Actinomicose
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Apto 60 dias após a cura.
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Amebíase intestinal
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Apto após término do tratamento, assintomático.
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Amebíase visceral
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Apto seis meses após tratamento, com sorologia negativa.
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Ancilostomíase
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Apto.
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Ascaridíase
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Apto.
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Babesiose
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Inaptidão definitiva.
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Balantidíase
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Apto após o término do tratamento e na ausência de sintomas
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Bartonelose
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Apto 15 dias após alta.
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Blastomicose
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Pulmonar: apto após cinco (5) anos. Sistêmica:inaptidão definitiva
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Borreliose
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Apto seis meses após a cura.
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Botulismo
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Apto três meses após a cura.
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Brucelose
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Apto um (1) ano após tratamento ou oito (8) semanas após potencial exposição.
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Candidíase esofageana, oral
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Apto 30 dias após alta e definida a causa.
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Candidíase genital
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Ver doenças genitourinárias.
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Carbúnculo
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Apto 15 dias após alta.
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Caxumba
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Apto 21 dias após a cura.
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Cisticercose
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Neurocisticercose: apto após tratamento se nunca teve convulsões. Demais formas: apto após tratamento.
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Cisto hidático
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Inaptidão definitiva.
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Citomegalovirose
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Apto três meses após a cura.
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Clamídia
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Apto 15 dias após a cura.
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Cólera
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Apto três meses após a cura.
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Coqueluche
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Apto 30 dias após a cura.
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Dengue clássico
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Apto 28 dias após a cura.
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Dengue hemorrágico
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Apto seis meses após a cura.
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Difteria
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Apto 15 dias após a cura.
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Doença de Chagas
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Inaptidão definitiva.
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Doença de Creutzfeldt-Jakob
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Inaptidão definitiva.
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Doença de Lyme
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Apto seis meses após a cura.
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Doença do Oeste do Nilo
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Apto 60 dias após a cura.
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Echinococose alveolar
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Inaptidão definitiva.
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Encefalites virais agudas
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Apto seis meses após a cura, se não ficou com sequelas.
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Enterovirose
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Apto após três meses da cura.
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Escarlatina
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Apto 15 dias após a cura.
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Esquistossomose hepática
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Inaptidão definitiva.
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Esquistossomose hepatoesplênica
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Inaptidão definitiva.
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Esquistossomose intestinal
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Apto após tratamento.
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Esquistossomose outras formas
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Apto após tratamento, se não ficou com sequelas.
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Estafilococcia
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Apto 15 dias após a cura.
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Estreptococcia
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Apto 15 dias após a cura.
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Febre Amarela
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Apto após seis meses da cura.
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Febre tifoide e paratifoide
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Apto após três meses da cura.
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Febres hemorrágicas
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Apto após seis meses da cura.
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Filariose
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Inaptidão definitiva.
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Gripe A Ou Influenza A (H1N1) ou gripe suína
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Casos suspeitos ou confirmados: apto 15 dias após o desaparecimento dos sintomas
Avaliar a ocorrência de complicações e considerar o tempo de inaptidão correspondente.
Os contatos de casos confirmados ou suspeitos devem aguardar 15 dias para nova candidatura à doação.
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Hanseníase
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Inaptidão definitiva.
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Hbv Infecção
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Inaptidão definitiva.
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Hcv Infecção
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Inaptidão definitiva.
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Hepatite A
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Apto, se antes dos 11 anos; ou após 11 anos se possuir comprovação laboratorial da época.
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Hepatites b, c e d em qualquer idade
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Inaptidão definitiva.
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Hepatite após os 11 anos, independente da sorologia ou hepatite viral após 11 anos de idade
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IInaptidão definitiva, exceto se hepatite A com comprovação laboratorial à época (IgM).
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Herpes simples labial
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Apto após cura das lesões
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Herpes zoster
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Aguardar seis meses. Será avaliada possibilidade de munocomprometimento.
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Larva migrans
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Apto sete dias após tratamento.
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Histoplasmose
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Apto um ano após a cura.
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HIV infecção
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Inaptidão definitiva.
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HTLV infecção
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Inaptidão definitiva.
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Infecções de vias aéreas superiores bacterianas
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Apto 15 dias após cura.
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Infecções de vias aéreas superiores virais
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Apto sete dias após o término do tratamento.
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Legionelose
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Apto três meses após a cura.
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Leishmaniose cutânea
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Apto após seis meses do término do tratamento.
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Leishmaniose visceral
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Inaptidão definitiva.
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Leptospirose
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Apto após três meses da cura.
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Malária Febre Quarta (infecção por Plasmodium malariae)
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Inaptidão definitiva.
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Malária febre terçã
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Apto após 12 meses da cura.
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Meningite
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Apto seis meses após a cura, sem sequelas.
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Micobactérias atípicas
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Inaptidão definitiva.
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Micoplasma
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Apto um ano após a cura.
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Micoses viscerais
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Inaptidão definitiva.
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Mononucleose
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Apto após seis meses da cura.
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Nocardiose
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Apto após 60 dias da cura.
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Oxiuríase
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Apto.
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Parvovirose
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Apto seis meses após a cura.
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Peste bubônica (Yersinia pestis)
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Apto seis meses após a cura.
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Poliomielite
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Apto após a cura.
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Rickettsioses
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Apto 15 dias após alta (com normalização dos exames).
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Rubéola
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Apto 14 dias após a cura.
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Salmonelose
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Apto 60 dias após a cura.
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Sarampo
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Apto 21 dias após a cura.
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Sars
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Candidatos provenientes de área endêmica:- assintomático: aguardar três semanas;
- sintomático, provável caso: aguardar três meses após término do tratamento;
- sintomático, caso suspeito: aguardar um mês após término do tratamento;
- sintomático, excluída possibilidade de SARS: seguir normas de triagem de rotina.
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Sepse
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Apto seis meses após a cura.
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Sífilis
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Apto 1 ano após o término do tratamento. IMPORTANTE: será realizado um exame sorológico para detecção da sífilis que poderá ser reativo e impedir novas doações.
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Tétano
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Apto após seis meses.
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Toxoplasmose
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Apto um ano após a cura.
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Tricocefalíase
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Apto.
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Triquinose
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Apto.
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Tuberculose Extrapulmonar
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Inaptidão definitiva.
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Varicela
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Apto 21 dias após a cura.
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Yersinia Enterocolítica
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Apto seis meses após a cura.
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Dos olhos
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Conjuntivite
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Apto uma semana após a cura.
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Blefarite
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Apto uma semana após a cura.
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Episclerite
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Será avaliada doença de base.
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Esclerite
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Será avaliada doença de base.
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Glaucoma
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Apto, se controlado sem medicação. Em uso de medicação: apto após 48hs da suspensão do medicamento.
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Hordéolo
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Apto, uma semana após a cura
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Iridociclite
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Será avaliada doença de base.
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Irite
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Será avaliada de base.
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Neurite óptica
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Apto, se não estiver em tratamento. Avaliar doenças de base.
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Retinopatias
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Será avaliada doença de base..
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Retinose pigmentar
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Apto.
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Ttracoma
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Apto após 12 meses do tratamento se cura sem cicatrizes.
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Do coração e vasos sanguíneos (cardiovasculares)
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Aneurismas grandes artérias
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Inaptidão definitiva.
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Aneurismas pequenas artérias
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Inaptidão definitiva.
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Angina
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Inaptidão definitiva.
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Angioma isolado intracraniano
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Inaptidão definitiva.
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Angioma isolado cutâneo
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Apto desde que não atinja área de punção.
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Angiomas múltiplos
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Inaptidão definitiva.
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Arritmias cardíacas, exceto arritmia sinusal, bradicardia sinusal e do atleta, extrassistolia, taquicardia sinusal e Tpsv
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Inaptidão definitiva.
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Arritmia sinusal (alteração da frequência cardíaca relacionada à respiração)
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Apto.
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Bloqueio de ramo direito
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Apto, se não houver outras alterações cardiológicas. e eletrocardiográficas..
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Cardiopatias Graves
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Inaptidão definitiva.
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Coronariopatia
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Inaptidão definitiva.
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Endocardite bacteriana sem sequelas
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Apto após dois anos, sem sequelas.
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Extrassistolia
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Apto, se menos de 5 ES/min. Acima de 5 ES/min, será encaminhado para avaliação cardiológica.
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Flebite de repetição
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Inaptidão definitiva.
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Infarto agudo do miocárdio
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Inaptidão definitiva.
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Insuficiência arterial
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Inaptidão definitiva.
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Insuficiência cardíaca
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Inaptidão definitiva.
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Malformações cardíacas
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Inaptidão definitiva.
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Miocardite
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Sem sequelas: um ano. Com sequelas: inaptidão definitiva.
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Pericardite
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Sem sequelas: um ano. Com sequelas: inaptidão definitiva.
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Ponte intramiocárdica
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Inaptidão definitiva.
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Prolapso válvula mitral
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Apto, se ausência de insuficiência valvar e arritmias; caso contrário, inapto definitivo.
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Sopro
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Será necessário relatório de avaliação cardiológica para definição diagnóstica e conduta.
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Taquicardia supraventricular paroxística
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Será necessário relatório de avaliação cardiológica para definição de conduta.
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Tromboflebite isolada
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Apto seis meses após término do tratamento.
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Trombose arterial
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Inaptidão definitiva.
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Trombose venosa profunda isolada
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Apto seis meses após término do tratamento.
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Trombose venosa profunda recorrente
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Inaptidão definitiva.
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Valvulopatia congênita ou adquirida
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Inaptidão definitiva.
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Wolf-Parkinson-White
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Inaptidão definitiva, exceto se já realizada ablação com relatório médico.
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Do sangue (hematológicas)
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Agranulocitose medicamentosa
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Apto após seis meses.
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Anemia ferropriva e por outras deficiências nutricionais
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Apto após seis meses.
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Anemias hereditárias
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Inaptidão definitiva.
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Aplasia de medula
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Inaptidão definitiva.
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Coagulação intravascular disseminada
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Inaptidão definitiva.
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Coagulopatias adquiridas e hereditárias
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Inaptidão definitiva.
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Esplenomegalia idiopática
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Inaptidão definitiva.
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Hemocromatose
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Inaptidão definitiva.
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Leucemias
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Inaptidão definitiva.
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Leucopenia
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Será necessário relatório médico para avaliação da etiologia e definição de conduta.
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Llinfomas
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Inaptidão definitiva.
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Mieloma
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Inaptidão definitiva.
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Neutropenia crônica
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Inaptidão definitiva.
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Policitemia
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Inaptidão definitiva.
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Poliglobulia primária
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Inaptidão definitiva.
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Poliglobulia secundária
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Será necessário relatório médico para avaliação da etiologia e definição de conduta; porém, só doará dentro do limite exigido.
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Porfirias
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Inaptidão definitiva.
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Púrpura trombocitopênica idiopática
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Na criança: sem sequelas, apto. No adulto: inaptidão definitiva.
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Traço falciforme
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Apto para doação de sangue total. Aférese: inaptidão.
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Do aparelho osteomuscular (ossos) e reumáticas
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Artrite Psoriática
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Inaptidão definitiva.
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Artrite Reumatóide
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Inaptidão definitiva.
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Artropatias Infecciosas
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Apto após 1 ano da cura.
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Artropatias Inflamatórias
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Apto no caso de artrose ou postraumática após controle dos sintomas.
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Artrose
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Apto.
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Contusão Muscular
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Apto após alta médica.
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Derrame Articular
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Apto após a cura. Será avaliada a causa.
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Doença de Behçet
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Inaptidão definitiva.
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Doença de Wegener
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Inaptidão definitiva.
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Entorse articular
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Apto após alta médica.
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Esclerodermia
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Inaptidão definitiva.
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Espondilite anquilosante
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Inaptidão definitiva.
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Febre reumática
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Inaptidão definitiva se com seqüela. Sem seqüela, , apto dois anos após a cura.
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Fratura sem cirurgia (gesso)
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Apto após 15 dias.
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Gota
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Apto se assintomático.
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Lesão muscular traumática
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Apto após alta médica.
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Lupus eritematoso sistêmico
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Inaptidão definitiva.
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Malformação óssea Congênita
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Apto.
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Miopatias
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Inaptidão definitiva.
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Miosite
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Inaptidão definitiva.
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Osteomielite aguda
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Apto dois meses após a cura.
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Osteomielite crônica
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Inaptidão definitiva.
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Osteoporose
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Primária: apto. Secundária: será avaliada doença de base.
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Poliomiosite
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Inaptidão definitiva.
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Sarcoidose
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Inaptidão definitiva.
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Tendinites
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Apto após alta médica. Secundária: será avaliada doença de base.
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Das glândulas (endócrinas)
Abaixo, algumas doenças mais frequentes e seus tempos de liberação. Além destas, outras doenças poderão impedir temporária ou definitivamente a doação de sangue.
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Adenoma da hipófise
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Apto se controlado clinicamente, sem complicações ou fatores associados e sem história de uso de hormônio de crescimento.
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Bócio eutireoidiano
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Apto.
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Diabetes insipidus
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Inaptidão definitiva.
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Diabetes mellitus tipo I ou II insulinodependente
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Inaptidão definitiva.
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Diabetes mellitus tipo II não insulinodependente
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Apto se controlado e sem lesões em órgão alvo, comprovado por relatório médico.
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Dislipidemia leve, sem uso de medicamentos
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Apto
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Dislipidemia moderada e grave ou em uso de medicamentos
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Inaptidão até o término do tratamento medicamentoso.
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Feocromocitoma
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Inaptidão definitiva.
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Hiperaldosteronismo
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Inaptidão definitiva.
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Hiperfunção de hipófise
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Inaptidão definitiva.
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Hiperlipoproteinemias
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Se familiar, essencial, inaptidão definitiva.
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Hipertireoidismo
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Inaptidão definitiva.
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Hipoglicemia
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Apto, se assintomático.
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hipopituitarismo
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Inaptidão definitiva.
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Hipotireoidismo
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Apto após controle.
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Insuficiência suprarrenal
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Inaptidão definitiva.
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Obesidade com tratamento não cirúrgico
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Em caso de uso de fórmulas, serão verificadas as substâncias ativas presentes. Se não houver contraindicação pelo uso de medicamentos, será avaliado o índice de massa corporal (IMC).
IMC entre 30 e 39,9: apto.
IMC ≥ 40, será necessária a apresentação de relatório de endocrinologista para avaliação das condições clínicas e laboratoriais do candidato à doação.
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Síndrome de Cushing
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Inaptidão definitiva.
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Tireoidite aguda e subaguda
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Inaptidão até um ano após cura, sem seqüela.
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Tireoidite crônica
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Inaptidão definitiva.
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Tireoidite autoimune
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Inaptidão definitiva.
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Algumas doenças que são transmissíveis pelo sangue são adquiridas em situações comuns do dia a dia, como, por exemplo, acidentes com contato com sangue e secreções humanas, utilização de drogas e relacionamentos sexuais. Estas situações são avaliadas de maneira individual e sigilosa pelo profissional responsável pela triagem clínica.
A Fundação Hemominas adota alguns critérios mais detalhados a esse respeito, além dos estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esta conduta tem por base o princípio da proteção à segurança do receptor de sangue. As doenças infecciosas apresentam um período variável para positivação do exame, a partir da sua aquisição. Este período é conhecido como janela imunológica. Para a hepatite C, por exemplo, a janela imunológica pode variar entre 49 a 70 dias. Nesse período, os exames não conseguem detectar a doença, mas se o sangue dessa pessoa for utilizado para transfusão, o receptor deste sangue poderá ser contaminado. É por esta razão que é preciso fazer perguntas íntimas acerca do comportamento sexual dos candidatos à doação de sangue. A triagem clínica permite identificar as pessoas que estiveram expostas a situações de risco acrescido para aquisição de doenças transmissíveis pelo sangue, a partir da avaliação cuidadosa desse comportamento. Assim, o candidato deverá efetuar a doação somente após ter se passado tempo suficiente para que, caso tenha adquirido alguma doença, o exame consiga detectá-la.
Se não for possível doar sangue no dia do comparecimento, a Hemominas conta com a compreensão de todos para retornarem para nova avaliação.
Viagens e residência em áreas endêmicas
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DOENÇA DE CHAGAS
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Contato domiciliar com triatomíneo: inaptidão definitiva.
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ÁREA COM REGISTRO DE DOENÇA DE CREUTZFELDT-JAKOB
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Inaptidão definitiva para pessoas que tenham permanecido no Reino Unido e/ou República da Irlanda por mais de três meses, consecutivos ou intermitentes, de forma cumulativa, de 1º de janeiro de 1980 a 31 de dezembro de 1996 ou que tenham permanecido por 5 ou mais anos, consecutivos ou intermitentes, de forma cumulativa, na Europa após 1980 até os dias atuais.
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RESIDÊNCIA EM ÁREA ENDÊMICA DE MALÁRIA
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Apto após 12 meses da mudança.
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SURTOS DE MALÁRIA
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Em casos de surtos de malária a decisão quanto aos critérios de inaptidão deve ser tomada após avaliação conjunta com a autoridade sanitária competente.
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VIAGEM PARA ÁREA ENDÊMICA DE MALÁRIA
Áreas endêmicas de Malária: Estados da Região Amazônica: AC, AM, AP, MA, MT, PA, RO, RR,TO.
Os demais estados são considerados Região Extra-Amazônica, área não endêmica: AL, BA, CE, DF, ES, GO, MG, MS, PB, PE, PI, PR, RJ, RN,RS, SC, SE e SP
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Apto após 12 meses do retorno.
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VÍRUS DO OESTE DO NILO
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Apto após 28 dias do retorno.
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Referências:
1- Portaria 1.353 Ministério da Saúde, 13 de junho de 2011. Disponível em
3- Manual de Normas e Procedimentos de Atendimento ao Doador – Fundação Hemominas – 2010. Aprovação publicada no Minas Gerais em 09/07/2010.