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Respostas às dúvidas mais frequentes   

P - Meu pai possui número de plaquetas muito baixo, 6 mil apenas. Ele fez vários exames, inclusive mielograma, pagando muito caro por esses exames. Como posso cadastrá-lo para fazer exames na Hemominas?

R – De acordo com suas informações, seu pai não apresenta doença hematológica para atendimento em nossos ambulatórios. Sugestão: entre em contato com o Hospital das Clínicas (BH) que possui ambulatório para atendimento de doenças hematológicas gerais. A Hemominas atende em seu ambulatório pacientes portadores de coagulopatias hereditárias e hemoglobinopatias. Nestes casos o atendimento é realizado após agendamento de consulta. Atendemos ainda pacientes com outras patologias, mas apenas para atendimento hemoterápico (transfusões ambulatoriais).

P - Fiz a doação de sangue há 35 dias e já deveria ter recebido os resultados dos exames pelo correio. No entanto, fui chamado pelo telefone a comparecer para conversar com o médico. Estou muito preocupado... Esta conversa é porque eu posso ter algum tipo de doença sexualmente transmissível?

R – Somente o médico da unidade em que você fez a coleta poderá esclarecer sua dúvida. Lembramos que os exames feitos no sangue colhido são muito sensíveis e não são exames de diagnóstico, ou seja, são exames que excluem qualquer possibilidade de utilização de sangue não adequado. Seu comparecimento à consulta é necessário, onde você poderá perguntar tudo ao médico.

P - O que é Púrpura Trombocitopênica?

R - A Púrpura Trombocitopênica Imunológica (PTI) é uma doença de natureza auto-imune que se caracteriza pela queda no número de plaquetas no sangue, levando ao aparecimento de equimoses, petéquias ou sangramentos de mucosas.

P – Faço a cada 6 meses vários exames de sangue e dentre eles as de doenças como a AIDS. Mesmo assim é preciso fazer os exames da Hemominas  para que eu possa fazer a doação de sangue?

R   A lei federal que regulamenta a hemoterapia no país exige que, em toda possibilidade de doação, vários procedimentos sejam feitos. Dentre esses procedimentos estão a consulta com um médico (triagem clínica) e a verificação de peso, temperatura e anemia (triagem hematológica), que acontecem para sua própria segurança, antes de você coletar o sangue. Estando o candidato à doação em plenas condições de saúde para a realização da coleta, cerca de 400-450 ml de sangue são retirados de forma segura com material descartável. É nesse sangue coletado que são feitos vários testes sorológicos para proteção do paciente que poderá receber aquele sangue. Os testes também são exigência legal e devem ser feitos toda vez que o sangue é coletado, mesmo quando o doador é constante/fidelizado.

P - Tenho 40 anos. Aos 8 meses tive um abaulamento da fontanela (moleira alta) e o único tratamento era "tomar" sangue. Na época fiquei no hospital 3 dias tomando sangue e melhorei. Existe um diagnóstico sobre esse sintoma? O médico na época disse que era uma doença característica do México. Posso doar sangue?

  R - Infelizmente com estas informações não é possível identificar qual o diagnóstico da patologia que você apresentou aos 8 meses. Seria necessário uma descrição mais detalhada do seu quadro clínico e laboratorial da época.

Considerando que isso tem mais de 10 anos, você poderia comparecer a uma unidade da Hemominas onde será avaliado por um médico triagista e responderá várias perguntas que poderão identificar se é possível você realizar doações.

P - Gostaria de saber como vocês apoiam os portadores de hemofilia e outras doenças.

R - A Fundação Hemominas é a referência no tratamento e acompanhamento de pacientes portadores de coagulopatias hereditárias no estado de Minas Gerais. A hemofilia é uma das mais freqüentes dessas coagulopatias hereditárias. O atendimento realizado nas unidades da Fundação engloba uma equipe multiprofissional (médicos hematologistas, infectologistas, fisioterapeutas, fisiatra, ortopedista, psicólogos, enfermeiros, assistente social, dentista).O tratamento de reposição de fatores é realizado com hemoderivados distribuídos pelo Ministério da Saúde. Além disso, em algumas unidades são desenvolvidos programas de integração social como curso de artesanato, artes, alimentação alternativa, alfabetização, etc.

P - Pessoas com histórico de anemia podem doar sangue?

R - Ao se candidatar à doação de sangue, o candidato passa por uma entrevista clínica com o médico e, portanto, este histórico de anemia será questionado e analisado, pois há diversos tipos diferentes de anemia. Também antes da doação é realizado um hemograma. Para ser um doador de sangue, o candidato do sexo feminino deve ter concentração de hemoglobina maior ou igual a 12,5 g/dl e hematócrito maior ou igual a 38%. Para os candidatos do sexo masculino estes limites são de 13g/dl e 39%, respectivamente.

P - Gostaria de saber se já posso fazer nova doação, ou seja, se o prazo limite necessário entre uma doação e outra já venceu. No ano passado recebi um comunicado falando que eu já poderia doar, realizei a doação, no entanto  acho que já se passaram 4 meses e ainda não recebi o comunicado.

R - Mulheres podem doar sangue a cada 90 dias, somando até 3 doações anuais. Homens podem doar sangue a cada 60 dias, somando até 4 doações anuais. Se você ainda não recebeu um comunicado e se já tiver completado o prazo permitido por lei, procure o hemocentro público em que tem costume de doar e onde você já está cadastrado. Isso facilita o levantamento de dados e a continuidade de suas informações de saúde no cadastro. Obrigado por ser doador e por entrar em contato conosco.

P - O hipertenso pode doar sangue?

R - O hipertenso não pode doar sangue, nem pessoas que tomam medicamentos constantes. Outras informações sobre condições clínicas para doação de sangue você poderá obter através do telefone (31) 3248 4517, em Belo Horizonte, ou em qualquer das unidades da Fundação Hemominas (click no menu UNIDADES).

P - Eu tenho sopro e colesterol alto. Posso doar sangue mesmo assim?

R - A presença do sopro cardíaco e do colesterol alto tem que ser avaliada pelo médico que realiza a triagem clínica antes da doação de sangue. Isso se deve pelo fato de que, dependendo de outras situações clínicas, a doação pode ser liberada ou não. Assim, somente o médico através da entrevista e exame clínico terá condições de avaliar. 

P - Gostaria de ser uma doadora, pois meu sangue é O RH negativo, nunca tive hepatite, gozo de boa saúde e preencho os demais requisitos. Para doar eu preciso ir ao Hemominas todas as vezes? Resido em Pedro Leopoldo.

R - Se você tem entre 18 e 65 anos poderá agendar a doação em Belo Horizonte através do nosso site ou através do 0800 31 01 01. Você passará por todas as etapas e ao final, se você estiver clinicamente apta a realizar a doação, será feita a coleta no Hemocentro de Belo Horizonte - Alameda Ezequiel Dias, 321, atrás do Parque Municipal (BH). Caso você queira saber se existe alguma coleta externa programada para sua cidade, entre em contato com o Serviço de Captação de Doadores do Hemocentro de Belo Horizonte pelos telefones (31) 3248 4516 / 3280 4517.

P - Sou médico e trabalho em uma cidade do interior  de Minas Gerais. Gostaria de informações sobre doações no interior, se existe coleta de sangue feita direta no município,  e como agendar uma palestra dos doadores do futuro em nosso município.

R - Em primeiro lugar gostaríamos de agradecer seu interesse pela doação de sangue. Informamos que existe a possibilidade de realizar coletas de sangue em municípios próximos às nossas Unidades. Para que possamos realizar este trabalho é necessário avaliar a distância, número provável de candidatos a doação, local para montagem do "posto de coleta", dentre outros. O desenvolvimento do trabalho de formação do doador do futuro também será possível desde que tenhamos condições para sua realização. Click no menu UNIDADES e entre em contato com a unidade mais próxima de sua cidade para outras informações sobre coleta externa e sobre o programa ‘Doador do Futuro’.

P - Gostaria de sugerir aos senhores uma alternativa para diminuir ou até acabar com a falta de sangue. Eu penso que a compra dos sangues dos pacientes poderia resolver o problema. Quanto a valores ou legislação, deixo a encargo dos respectivos responsáveis. (Sugestão enviada por um cidadão através do portal).

R - Há muitos anos no Brasil, a pessoa da qual o sangue era coletado recebia uma certa quantia em dinheiro. Vários problemas ocorriam, entre eles: algumas pessoas faziam disso um meio de vida, colocando, pelo número de coletas, sua própria saúde em risco. Outras pessoas colhiam sangue e não respondiam com a verdade sobre doenças que tinham para receberem o dinheiro... Assim, sangue inadequado era colhido, podendo ser transfundido com risco para o paciente que o recebia. 

A partir desses e de outros problemas graves, o Ministério da Saúde iniciou um programa de qualidade do sangue, PROIBINDO EXPRESSAMENTE a remuneração do sangue colhido.

A condição de voluntário para aquele que doa seu sangue abre as portas para a tranqüilidade do doador quanto à sua saúde, sua responsabilidade e seu compromisso desinteressado com as outras pessoas. A relação do doador com o paciente - mediada pela transfusão de sangue - é de inteiro despojamento.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA - emite todas as normas e regulamentos que estabelecem parâmetros para garantir a saúde de doadores e pacientes e a qualidade do sangue que será utilizado em qualquer pessoa que precise. A partir dessas iniciativas, a hemoterapia melhorou muito e hoje nosso país pode se orgulhar - e principalmente Minas Gerais - por ter uma das melhores hemoterapias do mundo, com segurança para o doador e para o paciente. Você poderá consultar o site da Anvisa  para outras informações (sangue e hemoderivados).

Obrigado por nos enviar sua sugestão.

P - Eu estava lendo sobre como ser doador e as exigências. Fiquei em dúvida quanto ao fator de risco com relação a DST – doenças sexualmente transmissíveis. Se eu tenho um parceiro efetivo e só tenho relações com ele e vice-versa, porém sem usar preservativo, ainda sim posso doar sangue?

R - O(a) candidato(a) a doação passa por várias etapas: primeiro ele(a) é informado sobre todo o processo em uma palestra de esclarecimento, onde as dúvidas de cada um são respondidas. Depois ele(a) passa para a triagem clínica, que é uma entrevista com um médico, onde vários aspectos da saúde do doador são levantados. Não é somente um fato isolado - manter relações sem camisinha com um mesmo parceiro - que torna o(a) candidato(a) inapto(a) para doação. O médico tem a preocupação de fazer vários questionamentos, que devem ser respondidos com sinceridade, e avaliá-los como um conjunto de informações que orientam sobre a condição de saúde daquela pessoa. Tanto a saúde do doador quanto a saúde do paciente que irá receber o sangue são o foco central para essa triagem clínica. Após essa entrevista com o médico, se o(a) candidato(a) está apto(a) clinicamente para as outras avaliações, ele(a) passará pela triagem hematológica onde enfermeiras fazem a pesagem, o teste para anemia e medem a temperatura do(a) candidato(a). Nessa etapa pode ser que o(a) candidato(a) apresente alguma desconformidade aos padrões de segurança para sua própria saúde (peso menor que o recomendado, ligeira anemia, ligeira febre), então é recomendado que não doe nesse dia, mas aguarde a melhora das condições gerais de saúde. Tudo isso para preservação da saúde do doador e do paciente. Todo esse processo demora, dependendo do fluxo de candidatos no mesmo momento, cerca de duas horas. Em nosso site você encontrará os endereços e telefones das unidades onde poderá, inclusive, agendar sua doação em horário mais conveniente. 

P - Gostaria de saber se vocês cadastram currículos via e-mail.

R - Não cadastramos currículos por e-mail. As contratações para trabalho são feitas por meio de concurso público.

P - Como fazer estágio na Hemominas?

R - Você deverá procurar o Serviço de Ensino, tel. (31) 3248 4544 para informações específicas. Alameda Ezequiel Dias, 321, Santa Efigênia, Belo Horizonte.

P - Sou estudante de enfermagem e gostaria de começar uma campanha de conscientização de doadores de medula óssea. Tenho o apoio da coordenadora do curso e de muitos colegas, inclusive de um que já teve leucemia. Como poderemos realizar a campanha?

R – Agradecemos seu interesse pela Doação de Medula Óssea. Você deverá procurar a unidade da Hemominas mais próxima de sua cidade para orientação e planejamento da campanha. Entre no menu UNIDADES.

P - Gostaria de ser doadora de medula. Como faço?

R - Você poderá agendar sua coleta de amostra nos hemocentros da Fundação Hemominas. No nosso site você tem os telefones de contato da unidade mais próxima de seu domicílio. Parabéns pelo interesse em se tornar uma candidata à doação de medula.

P - Sou estudante e após sucessivas pesquisas me propus a entrar para o banco de doação de medula. Por que o agendamento para coleta de material para o cadastro de medula demora tanto tempo?

R – Esse tempo depende da quantidade de amostras que poderão ser encaminhadas aos laboratórios cadastrados pelo Ministério da Saúde para a realização do exame HLA. Esclarecemos que todos os esforços estão sendo feitos pela coordenação do REDOME - que é realizada pelo Instituto Nacional do Câncer e pelo Ministério da Saúde - no sentido de ampliar a capacidade de realização de exames laboratoriais. A Fundação Hemominas - como todos os hemocentros públicos brasileiros - participam somente com o esclarecimento aos candidatos sobre os procedimentos para a doação de medula e na realização da coleta das amostras, encaminhando-as para os laboratórios cadastrados pelo Ministério da Saúde para realização do exame que determina o 'perfil' genético do candidato. A partir desse momento, os hemocentros públicos não têm mais participação ativa, não recebem os resultados desses exames e não têm acesso ao Cadastro Nacional de Doadores de Medula (Redome). Dessa forma, a ampliação da quantidade de coletas que podem ser realizadas por período nos hemocentros não é uma decisão isolada e depende, em primeira instância, de laboratórios aptos a realizarem esses exames de alta especificidade técnica e que estejam cadastrados no Ministério da Saúde. No entanto, podemos afirmar que a Fundação Hemominas tem se empenhado administrativamente junto ao INCA e ao Ministério para que essa ampliação de coletas seja possível.

P - Minha esposa e eu somos do tipo sangüíneo O Positivo (O Pos). Isso influi caso resolvamos ter filhos?

R - O fato do Sr. e sua esposa serem do grupo sangüíneo O Positivo (O Pos) não interfere em nada caso decidam ter filhos.

P - Meu marido tem sangue O negativo e eu tenho sangue AB positivo; caso tenhamos filhos, quais seriam seus fatores sanguíneos?

R - Pela teoria mendeliana existe possibilidade dos descendentes do casal serem do grupo A ou B (50% de probabilidade para cada grupo em questão). Quanto ao sistema Rh há a probabilidade dos filhos serem Rh positivo ou negativo (caso a Sra., que é Rh positivo, tenha característica de homozigose - 100% de chance para os filhos serem Rh positivo /  caso tenha característica de heterozigose para o sistema Rh - 50% de chance dos filhos serem Rh positivo e 50% de chance de serem Rh negativo).

P - Sou médico e estou trabalhando atualmente na Secretaria de Saúde de meu município e gostaria de saber como poderia viabilizar a implantação de um Núcleo do Hemocentro em minha cidade.  À quem devo me dirigir para ter melhores esclarecimentos.

R - Os serviços de Hemoterapia, devido à sua alta complexidade e o alto nível de segurança exigido, determinam a necessidade de uma estrutura própria em equipamentos, recursos humanos especializados, rede física adaptada aos padrões previstos em normas específicas, dentre outros critérios, tudo isso a um alto custo financeiro. Desta forma, é impossível a instalação de uma unidade hemoterápica em cada município o que representaria um ônus considerável para os cofres públicos Municipais e Estadual, considerando ainda todo o processo de implantação e manutenção do serviço.

Por isso a Fundação Hemominas adota o sistema regionalizado para atendimento da demanda de Hemoterapia e Hematologia no Estado de Minas Gerais, a exemplo de organizações nacionais e internacionais, considerando a importância de direcionamento dos recursos de investimento para a estruturação de redes assistenciais funcionais e resolutivas. Para tanto possui 22 unidades espalhadas no estado, coordenadas pela Administração Central (BH), formando uma rede de cooperação integrada que garante os benefícios da atividade a todos os municípios.  Outras informações poderão ser obtidas na Diretoria Técnico-Científica, na sede administrativa (BH). Veja endereços e contatos no menu  UNIDADES.

P - Gostaria de saber se já posso doar sangue novamente. Pois da última vez tive que retornar para refazer o exame de Chagas.

R - Em relação a sua dúvida, gostaria de esclarecê-lo que a liberação para nova doação, de acordo com a RDC 153 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, somente pode ser efetuada após a repetição do exame que apresentou reatividade na doação. Compareça à unidade em que você doou para orientações e novos exames.

P – Como fazer para cadastrar minha empresa para participação em licitações como fornecedor?

R - Entre em contato com o Serviço de Compras para cadastro de sua empresa: compras@hemominas.mg.gov.br ou tel (31) 3280 7463.

P – Realizaremos uma pesquisa sobre a instituição, Gostaríamos de ser orientados por algum funcionário ou responsável pela administração da mesma através de uma visita.

R - Para que possam desenvolver qualquer pesquisa na Fundação, é preciso que o projeto seja analisado e, se envolver pessoas, seja encaminhado ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos.

P – Gostaria de saber se existe a possibilidade da Hemominas dar palestras em empresas para a captação de doadores de sangue. Se possível qual o procedimento que deve ser tomado?

R – Sim, é possível e importante. Se você estiver em Belo Horizonte, entre em contato com o Serviço de Captação do Hemocentro de Belo Horizonte - (31) 3248 4516 / 4517 - ou com o Serviço de Captação do Posto de Coleta no Hospital Júlia Kubitschek - (31) 3336 0880, região do Barreiro.

Se estiver no interior, consulte o menu "UNIDADES" em nosso site, onde você encontrará telefones e endereços de todas as unidades da Fundação Hemominas.

P – Sou doador regular. Como faço para obter uma carteirinha de doador?

R - Informamos que não utilizamos mais a carteirinha de doador. Agora todas as vezes que você efetua uma doação o resultado vai atualizado para sua residência, evitando assim informações que não correspondem à sua condição atual.

P - Como faço para doar sangue de cordão umbilical. Meu filho nascera em breve.

R - A Hemominas foi selecionada pelo Ministério da Saúde para ser um dos dez centros do país para montar um banco de sangue público de cordão. Encaminhamos o projeto e aguardamos a liberação pelo Ministério da Saúde dos recursos financeiros para viabilizar este banco de cordão. Até a sua implantação não é possível a coleta e armazenamento do material. Agradecemos o seu interesse e colaboração.

P – Farei um trabalho sobre hemofilia dos tipos A e B, sobre von Willebrand e talassemia. Vocês podem me ajudar com informações?

R - A Fundação Hemominas possui uma Biblioteca aberta para consulta de 08:00 às 18:00 horas, na Alameda Ezequiel Dias, 321, Belo Horizonte (031- 3248.4513) onde você poderá obter  as informações solicitadas.



 

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